Sempre que viajo deliro com a sensação de constante descoberta. Os novos cheiros, as ruas desconhecidas, diferentes sistemas de transportes, os olhares desconfiados e curiosos dos habitantes locais, os locais que reconheço de fotos que vi anteriormente.
No aeroporto de Narita identifiquei-me imediatamente com os outros aventureiros solitários e destemidos, que olhavam ao redor em busca de direcções, de um rumo. No comboio rumo a Tóquio a minha mente absorvia todos os detalhes. A criança que brincava ao colo da mãe, a vegetação densa, os campos de arroz, os telhados das casas tradicionais japonesas, os nomes das estações escritas em kanji e hiragana, os carros modernos estacionados ao lado de casas e templos antigos. A quantidade de casas e de prédios aumentava à medida que nos aproximávamos de Tóquio. Ao longe conseguia avistar a nova torre de Tóquio, a sky tree. Quando cheguei à estação de Ueno pensei em todos os livros que tinha lido sobre o Japão, nos documentários sobre Tóquio que vi na TV e na Internet, nas aulas de japonês e nos conselhos sábios do professor Hakamada. Reconheci muitas coisas, mas aprendi muitas mais.
No aeroporto de Narita identifiquei-me imediatamente com os outros aventureiros solitários e destemidos, que olhavam ao redor em busca de direcções, de um rumo. No comboio rumo a Tóquio a minha mente absorvia todos os detalhes. A criança que brincava ao colo da mãe, a vegetação densa, os campos de arroz, os telhados das casas tradicionais japonesas, os nomes das estações escritas em kanji e hiragana, os carros modernos estacionados ao lado de casas e templos antigos. A quantidade de casas e de prédios aumentava à medida que nos aproximávamos de Tóquio. Ao longe conseguia avistar a nova torre de Tóquio, a sky tree. Quando cheguei à estação de Ueno pensei em todos os livros que tinha lido sobre o Japão, nos documentários sobre Tóquio que vi na TV e na Internet, nas aulas de japonês e nos conselhos sábios do professor Hakamada. Reconheci muitas coisas, mas aprendi muitas mais.

Comments (4)
E quando voltares uma segunda vez ainda vais aprender mais! ;))
viajámos contigo....
Por outro lado, nada como um turista para nos fazer (re)descobrir as belezas de nossa própria cidade.
É uma terapia viajar, você se renova e traz coisas novas, conhece gente novas, vê coisas novas etc...